segunda-feira, 6 de outubro de 2025

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quinta-feira, 11 de setembro de 2025

José Baccarat meu avô e tataravô de Eduardo Baccarat, foi prefeito e delegado de Santos na década de 1940. Hoje seguindo a tradição de políticos, temos o José Eduardo Baccarat como vereador em Águas de São Pedro, exercendo um ótimo mandato  






Tio avô de José Eduardo e pai de Monica Baccarat


Jpsé Baccarat (de pijamas) e a vovó Brasilina ( de quem eu herdei o final do meu nome(lina o início do meu nome, herdei  da avó materna Mariana,dela recebi o Mari )TATARAVÓS DE José Eduardo   com o José Baccarat Neto ao colo.


quarta-feira, 10 de setembro de 2025

A mulher que você é hoje, é a menina que vive em você;

quinta-feira, 28 de agosto de 2025

Choveu ou pareceu chover. O ar, na lembrança, pesa como pano molhado; os livros sobre a mesa exalam um pó que assenta. Em volta, bichos noturnos riscam o escuro; uma lâmpada vacila; há rumor de trabalho minucioso. Em 1884, em Sapé, Paraíba, entre canaviais e corredores de engenho, nasce Augusto dos Anjos, que aprende cedo a escutar a madeira ceder e a enxergar na matéria um léxico.

A biografia breve favoreceu lendas, mas os versos apontam uma psicologia vigilante, centrada no sintoma e no corpo como protagonista.

Chega a hora que a leitura se fecha e a sala fica como se respirasse

baixo para não assustar nada. O que estava no papel não se recolhe: fica de vigia, com a paciência de quem conhece o peso do corpo e, ainda assim, chama pelo que resiste. “Eu” não pede reverências; pede a coragem de nomear o que apodrece sem perfume, de sustentar a ideia diante da carne, sem atalho. Não é consolo; é claridade. E essa claridade corta. O leitor sai com as mãos um pouco frias e, ao mesmo tempo, menos sozinho, porque percebe que alguém andou antes por esses corredores, com a lâmpada trêmula e os pulmões cansados, e mesmo assim deixou um rastro compassado para que os passos não se perdessem. Na página, a atenção do poeta trata o sofrimento como matéria a ser reconhecida e não escondida; e, quando a sentença termina, o silêncio que fica tem rosto. Se perguntarem o que ele é para nós, a resposta não cabe inteira numa definição: é a prova de que a língua suporta a verdade do corpo e que, diante do fim que nos ronda, ainda é possível dizer com precisão e com ternura. O livro se fecha, mas não acaba. A linguagem fica ali, em pé, guardando o que nos resta. E é por isso que dói.
Ele pagou para publicar e pagou caro com a vida: aos 30, o corpo cedeu; a obra, não; e o mito começou ali...

segunda-feira, 7 de abril de 2025

Em algum lugar do caminho, no trecho localizado entre Paraisópolis e Luminosa, um texto da escritora brasileira Marilina Baccarat de Almeida Leão. 

EPÍLOGO

“Há algumas coisas que marcam a nossa vida. São fatos simples, normalmente ignorados no momento em que ocorrem, mas que, a longo prazo, farão uma grande diferença. São acontecimentos que se apossam do nosso coração e invadem nossa alma quando menos esperamos. Coisas que nos perseguirão para o resto da vida! São pessoas que nos querem ver bem, que só querem nossa felicidade. São elas que nos acrescentam, compartilham e partilham a nossa vida. Pessoas, que cederam tempo, nos deram atenção, palavras, carinho quando mais precisávamos dela, Nos deram a mão e o coração, doaram e nos fizeram crescer em sabedoria e sentimentos. Gente muito especial que transforma pequenos detalhes em grandes momentos.” (Marilina Baccarat de Almeida Leão no livro " Pelos caminhos do viver")

O texto acima espelha, com claritude solar, o desvelo que encontramos ao longo do Caminho da Fé, seja nas pessoas com quem eventualmente cruzamos no roteiro, ou, com maior propriedade, naquelas que nos acolhem nos pernoites.

Impossível, descrever a hospitalidade que nos é oferecida pelos anjos que tomam conta das pousadas.

A eles, sem exceção, minha gratidão eterna.
Oswaldo Buzzo

quarta-feira, 22 de janeiro de 2025

inventora de encantos, que rabisco em um papel, porque sou mulher, andarilha de caminhos encantados, porque sei me encantar com o belo... Sou mutante e mutável, sou passarinha e leoa, ao mesmo tempo, porque sei admirar o encanto, que existe por toda a parte, com a mesma garra e a força, que há em mim, para poder me encantar com o encantamento, mesmo que os caminhos sejam tortuosos. Amo o encantar da vida, porque sei encantar-me de mim mesma e abandonar o que não for encanto. Gostaria muito que todos pudessem ver encanto em tudo, que conseguissem alcançar o encantamento, que há dentro de si mesmos. Isso seria possível, sim, bastaria querer e o querer é suficiente, para que busquem o encanto dentro do encantar da vida.
Marilina Baccarat de almeida leão 

terça-feira, 31 de dezembro de 2024

Enxergar a vida com a alma

As vezes você se sente assim, esquecido e só.
Mas se você olhar, com os olhos da alma, para frente ou para os lados , você verá que há flores no seu caminho. Há muita vida para viver e ela chama por você. Enxergue a vida com as lentes da sabedoria e com a certeza  de que ela não é linear.
Marilina Baccarat de Almeida Leão


quarta-feira, 3 de julho de 2024

Há pessoas que nos falam e nem as escutamos, há pessoas que nos ferem e nem cicatrizes deixam, mas há pessoas que simplesmente aparecem em nossas vidas e nos marcam para sempre.
Marilina Baccarat de Almeida leão no livro "É Mais ou Menos Assim 

ALAMEDAS do Coração "

terça-feira, 4 de junho de 2024





Sim, o amor é modesto, para dar vida àquilo que está guardado dentro do coração...
O amor faz-nos refletir sobre ele mesmo e, a cada vez, chegar mais perto do cerne, da essência do nosso eu e do que há no âmago de todos à nossa volta e, assim, revelando-nos a nós mesmos, o segredo do saber amar...
O amor é assim, encanta milhares de pessoas, que desejam ser amadas, muito mais do que todas as melodias do mundo...


O PODER DO AMOR


O amor, tem um poder incalculável, sobre os nossos sentimento. O amor é poderoso como só ele o é, pois o poder que o amor tem, nos leva até as alturas alcandoradas, onde ali, sentiremos o verdadeiro poder do saber amar.
Marilina Baccarat

Inserida por MarilinaBaccarat

A magia do amor é eterna, se assim não fosse, para onde iria tudo que se viveu, quando amamos? Certos instantes, que são mágicos, a comunhão que vivemos, a conivência em que dividimos o tempo, experiências, que adquirimos juntos, ao longo da vida e o companheirismo constante...

Inserida por MarilinaBaccarat

O amor é uma canção interna, que é cantada pela paixão...É esse anseio, que nos faz buscar o amor, dentro das trilhas da vida, aceitando o desafio de amar, sempre, por toda a vida...
Cada vez, que dizemos sim ao amor, fazemos a vida girar...

Inserida por MarilinaBaccarat

O amor tem o seu perfume de rosas, mas, tem
os seus espinhos também...
Mas, acontece que os espinhos do amor conseguimos
retirá-los, antes de nos ferir...
Já os espinhos da paixão perfuram o coração e ferem-nos a alma...
O amor é sereno, acalma a alma e é cor de rosas;às vezes, chega com um tom suave da cor rosa, outras vezes, com uma cor de um rosa mais forte, mas,ele sempre será cor de rosas...

Marilina Baccarat no livro "Sempre Smor"


Por que essa estranha sensação, que temos,
de sentirmos medo do próprio amor?
Somente os covardes têm medo do próprio
amor...Não sabem sair à busca do amor, não lutam...

Marilina Baccarat no livro "sempre amor"

domingo, 28 de abril de 2024

 Sou uma mulher que gosta do que faz bem à alma. Sinto necessidade de transbordar meus sentimentos, conhecer pessoas, passear por lugares diferentes, ser uma eterna menina, em busca de uma perfeita escalada pela vida. Uma forma, que me completa, é escrever, interagir com as pessoas e buscar transformar, em realidade, todos os meus sonhos.

Marilina Baccarat de Almeida Leão. 


 ❤️

quinta-feira, 25 de abril de 2024


Marilina Baccarat de Almeida Leão, escritora brasileira, casada com José Almeida Leão, advogado do Banco do Brasil e professor na UEL (Universidade Estadual de Londrina)  no curso de Direito. 
O casal tem três filhas e oito netos, residem em Londrina (chamada de pequena Londres)

terça-feira, 23 de abril de 2024


Então, deixei os momentos irem, como pássaros que voam livres no verão e se protegem do frio no inve rno... Deixei o passado cair como as folhas de uma árvore no outono, mas , tenho certeza de que na primavera elas voltarão... Volverão como lembranças e assim, deixarei brotar o presente, tal qual as flores, florescendo e espalhando o seu perfume... Enfim, esperarei o futuro chegar, assim como os pássaros esperam o verão para voarem livremente, e os bulbos entumecidos que esperam a primavera para florescer e exalar o seu perfume. Assim somos feitos... Passamos pela vida, que é feita de passado, presente, futuro, momentos, lembranças, verões, invernos, primaveras e outonos...
Marilina Baccarat (escritora brasileira) no livro E a vida tinha razão